No debate sobre relacionamentos e bem-estar, uma pergunta recorrente volta à pauta: casais liberais têm mais qualidade de vida por manterem uma vida sexualmente ativa? E, por outro lado, é possível viver um casamento duradouro com uma rotina sexual satisfatória? As respostas estão longe de serem simples e envolvem mais do que apenas desejo: tocam em saúde, liberdade, comunicação e, acima de tudo, escolha.
De acordo com o neurocientista Fabiano de Abreu em entrevista para o portal Metrópoles, o sexo é uma necessidade instintiva do ser humano, e quando vivido de forma saudável e equilibrada, proporciona inúmeros benefícios. Além de prazer, ele libera substâncias como endorfina e ocitocina, responsáveis por sensações de bem-estar, conexão emocional e até melhora na saúde mental. “O sexo funciona como uma atividade física e também como um estímulo multissensorial que ativa o cérebro de maneira positiva”, destaca o especialista.
Nesse cenário, muitos casais buscam no modelo liberal que pode incluir relações abertas, troca de parceiros e outras formas de explorar a sexualidade com consentimento uma forma de manter acesa a chama da curiosidade e do prazer. Para esses casais, o diálogo franco e a liberdade mútua se tornam ferramentas poderosas para manter a vitalidade da relação.
Mas a ideia de que somente os casais liberais vivem uma vida sexualmente ativa e satisfatória não é verdadeira. Muitos casamentos tradicionais também desfrutam de uma vida íntima rica, desde que baseada em comunicação, admiração mútua e disposição para redescobrir o outro ao longo do tempo. A chave não está necessariamente no tipo de relacionamento, mas na forma como ele é vivido.
É nesse ponto que espaços como o Revolution Swing Club se tornam aliados da liberdade e do autoconhecimento. Mais do que um lugar para explorar o desejo, o clube é um ambiente seguro para casais que desejam refletir sobre sua própria sexualidade, testar novos acordos e entender, sem tabus, o que realmente funciona para ambos. Porque, seja liberal ou tradicional, o importante é que o sexo seja bom, consentido, desejado e vivido com prazer e propósito.

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